A leitura e a escrita são atividades muito importantes em uma sociedade letrada. Quando olhamos a nossa volta, percebemos que estamos cercados por textos de inúmeros gêneros discursivos: outdoors, rótulos de produtos variados, e-mails, notícias em portais eletrônicos etc. Isso faz com que estejamos sempre lendo algo.
sábado, 24 de outubro de 2015
POR QUE É DIFÍCIL ENTENDER ALGUNS TEXTOS
12:08
Leitura: por que é difícil entender alguns textos?
A leitura e a escrita são atividades muito importantes em uma sociedade letrada. Quando olhamos a nossa volta, percebemos que estamos cercados por textos de inúmeros gêneros discursivos: outdoors, rótulos de produtos variados, e-mails, notícias em portais eletrônicos etc. Isso faz com que estejamos sempre lendo algo.
Se a leitura é algo tão presente em nossas vidas, por que, às vezes, compreender determinados textos parece ser um grande desafio?
Deixe aqui a sua resposta e vamos juntos entender por que isso acontece. ObrigadaDICAS DE REDAÇÃO PARA O ENEM
12:04
1 – Leia muito
É difícil escrever bem se a pessoa não tem o hábito da leitura, por isso leia muito, principalmente, artigos de opinião de jornais e sites de notícias. Os artigos de opinião são textos dissertativo-argumentativos: exatamente o estilo que você terá que usar na prova do Enem e na maioria dos vestibulares. Quem lê, amplia o conhecimento e se familiariza com as palavras em seu sentido correto. A probabilidade de errar diminui consideravelmente.
2 – Perfil dos temas
Assuntos recentes têm pouca chance de aparecer, pois a prova é preparada com muita antecedência. Geralmente, os temas discutem problemas da comunidade, focados em ambiente, sociedade e cultura, mas sem tocar diretamente em questões como gênero, religião e política. Leia o tema com atenção. Uma das maiores causas de perda de pontos é fugir ao tema. Veja todos os temas de redação que já caíram no Enem ao fim da página.
3 – Treine bastante
Faça redações (busque temas que foram de provas passadas) e treine o seu tempo: uma hora. Faça um rascunho, releia e passe a limpo fazendo as alterações necessárias. Se for possível, peça a seu professor para corrigir e sugerir melhorias.
4 – Uso das palavras
Está em dúvida com relação à grafia de alguma palavra? Substitua-a por outra com significado mais próximo. Evite vocabulários requintados demais. Respeite a norma culta da nossa língua e siga o formato do texto dissertativo-argumentativo. Cuidado com a ortografia, pontuação, regência e concordância, pois eles são os erros que mais aparecem nas provas e tiram pontos do candidato. Lembre-se de que o título é opcional e, caso seja incluído, contará como linha escrita. Não pule linha entre o título e o início da redação.
5 – Uso da vírgula
Eu poderia incluir este item no de cima, mas preferi deixá-lo destacado, pois é um erro que se comete demais nas redações. Fixe as duas dicas seguintes: jamais separe o sujeito e o predicado com vírgula e também o verbo dos seus complementos.
6 – Nota zero
Alguns “deslizes” podem zerar a sua redação, como: desrespeito aos direitos humanos, não atender a proposta solicitada, fugir ao tema proposto (faça uma leitura cuidadosa), desenvolver a redação em outro estilo que não seja o dissertativo-argumentativo, entregar a folha de redação sem texto escrito, escrever até sete linhas, impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação.
7 – Começar ou não pela redação?
Alguns professores orientam a jamais começar pela redação, pois acreditam que o aluno poderá encontrar, durante a execução da prova, fragmentos motivadores que sirvam como recurso útil na hora de escrever a redação. Outros professores dizem que isso é indiferente e preferem que o próprio aluno tenha o “feeling” necessário para decidir o melhor caminho.
8 – Rascunho
A elaboração do rascunho é uma etapa importante, pois é a hora em que você vai organizar os seus argumentos, dar sentido às suas ideias e ligá-las entre si, obedecendo sempre à estrutura da dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Nesta hora, preocupe-se com o conteúdo e não com a gramática. Terminado o rascunho, esqueça um pouco a sua redação: vá ao banheiro, lave o rosto, coma algo e beba uma água. Pode ser que você pense que essa estratégia seja perda de tempo, mas você ganhará minutos preciosos para identificar com mais precisão os possíveis equívocos da sua redação na hora de passá-la a limpo. Respeite o limite de linhas (8 a 30) e não coloque informações fora da área de correção.
9 – Texto dissertativo-argumentativo
O texto dissertativo-argumentativo consiste em um gênero em que se deve expor informações, ideias, fatos sobre um determinado tema, posicionar-se em relação a ele. Ao mesmo tempo, é preciso convencer o leitor a concordar com o ponto de vista que está sendo exposto. Assim é imprescindível que a opinião do autor do texto esteja explicitada, clara, fundamentada. O que não se deve fazer é incluir marcas de pessoalidade (eu acho, na minha opinião, no meu ponto de vista, a meu ver).
10 – Evite
- internetês (vc, hj, td, tb, pq etc.)
- marca de oralidade (tá, né, ok, daí etc.)
- gírias (pagar mico, trampo, busão, de boa, caraca, sem noção, véi etc.)
- gerundismo (vou estar pesquisando o seu caso, vou estar completando a sua ligação etc.)
- expressões clichês (voltar à estaca zero, crítica construtiva, fechar com chave de ouro, esta é mais uma obra faraônica etc.)
- pleonasmos (subir para cima, protagonista principal, ver com seus próprios olhos, surpresa inesperada, retomar de novo etc.)
- generalizações (a população brasileira não acredita mais no voto como instrumento democrático, toda tecnologia melhora o mundo, os médicos brasileiros são bem remunerados etc.)
- linguagem coloquial (ela nem se tocou que o professor tava corrigindo as provas, a gente passô lá de tarde e tava rolando uma festa, tá chovendo muito hoje, a gente vai na casa dele assistir o filme etc.)
Veja todos os temas de redação que já caíram no Enem:
- Viver e Aprender: letra da música “O que É, o que É”, de Gonzaguinha (1998)
- Cidadania e participação social (1999)
- Direitos da criança e do adolescente (2000)
- Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito? (2001)
- O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais de que o Brasil necessita? (2002)
- A violência na sociedade brasileira (2003)
- Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação? (2004)
- Trabalho infantil no Brasil (2005)
- O Poder de Transformação da Leitura (2006)
- O desafio de se conviver com as diferenças (2007)
- Como preservar a floresta Amazônica (2008)
- O indivíduo frente à ética nacional (2009)
- O trabalho na construção da dignidade humana (2010)
- Viver em rede no século 21 – os limites entre o público e o privado (2011)
- O movimento imigratório para o Brasil no século XXI (2012)
- Lei Seca no Brasil: os efeitos da implantação da lei no país (2013)
- Publicidade infantil em questão no Brasil (2014)
FORMAÇÃO DE PALAVRAS
12:01
Sabemos que a língua portuguesa utiliza diferentes recursos para criar novas palavras. Conhecê-los é importante não apenas para compreender a estrutura interna dos vocábulos, mas também entender como os diferentes processos de formação interferem no sentido dos enunciados.
Quanto a sua formação, as palavras da língua portuguesa podem ser consideradas primitivas, derivadas ou compostas:
- Palavras primitivas são aquelas que não foram formadas a partir de outra já existente na língua. Exemplos: flor, pedra, fogo, casa.
- Palavras derivadas são aquela que se formam a partir de outras palavras da língua pelo acréscimo de morfemas derivacionais (prefixos e/ou sufixos). Exemplos: floricultura, empedrar, fogaréu, caseiro.
- Palavras compostas são aquelas que se formam a partir da reunião de duas ou mais palavras (ou radicais). Exemplos: pontapé (ponta + pé); azul-claro (azul + claro), couve-flor (couve + flor) etc.
- Prefixal – É o processo de formação de palavras pelo emprego de um prefixo. Exemplos: subsolo, hipertensão, antecipar, próclise, inválido. regredir, ultrapassagem etc.
- Sufixal – É o processo de formação de palavras pelo emprego de um sufixo. Exemplos: papelada, ferimento, pensativo, crueldade, bicharada, sinusite, vinhedo, ouvinte, chuvisco etc.
- Prefixal e sufixal – É o processo de formação de palavras pelo emprego de um prefixo e sufixo de forma independente. Exemplos: deslealmente, infelizmente etc.
- Parassintética (ou parassíntese) – É o processo de formação de palavras pelo emprego simultâneo de um prefixo e um sufixo. Exemplos: enraivecer, aportuguesar, expatriar, desalmado etc.
- Regressiva – É o processo de formação de palavras que permite derivar o substantivo a partir do infinitivo. Exemplos: o abalo (abalar), a busca (buscar), a perda (perder), a troca (trocar) etc.
- Imprópria (ou conversão) – É o processo de formação em que uma palavra muda de classe gramatical sem que a sua forma original seja alterada. Exemplos: O bonito é ver as pessoas felizes. (O termo “bonito” geralmente funciona como adjetivo, mas, no caso, assume o papel de substantivo).
- Os prefixos empregados na derivação das palavras podem ser de origem grega ou latina.
- Com relação aos sufixos, temos os nominais, os verbais e o adverbial.
Alguns exemplos: garfada (nominal), lamaçal (nominal) / florescer (verbal), manusear (verbal) / loucamente (adverbial), incrivelmente (adverbial). - Em português, o sufixo -mente é o único que deriva advérbios.
Resposta: Na derivação prefixal e sufixal, os dois afixos (prefixo e sufixo) são colocados de forma independente, ou seja, um deles pode ser retirado e a palavra continua fazendo sentido. Por exemplo: deslealmente. Se retirarmos o prefixo des-, a palavra lealmente continua existindo. Se retirarmos o sufixo -mente, a palavra desleal continua existindo. Na derivação parassintética isso não acontece. Se retirarmos o prefixo ou o sufixo da palavra, a que sobra deixa de ter sentido. Por exemplo: enraivecer. Se retirarmos o prefixo en-, a palavra raivecer não tem sentido. Se tirarmos o sufixo -ecer, a palavra enraiv também não tem sentido.
- Composição por justaposição – É o processo de formação de palavras na qual dois ou mais radicais são combinados sem sofrer alteração em sua forma. Exemplos: amor-perfeito, bem-te-vi, flor-de-maio, guarda-costas, girassol, passatempo, porta-bandeira, quebra-cabeça, sexta-feira, vaivém etc.
- Composição por aglutinação – É o processo de formação de palavras na qual dois ou mais radicais sofrem alterações em sua forma ao serem combinados para formar uma palavra. Exemplos: aguardente (água + ardente), embora (em + boa + hora), planalto (plano + alto), pernalta (perna + alta), pernilongo (perna + longo), pontiagudo (ponta + agudo) etc.
- As palavras formadas por justaposição podem vir ou não escritas com hífen.
- Ao contrário do que observamos na justaposição, a aglutinação provoca mudança nos fonemas originais e no acento tônico dos radicais envolvidos no processo.
- Os radicais gregos e latinos participam da formação de muitas palavras da língua por meio do processo de composição. (cromoterapia, cronômetro, dicloreto, quilograma, xilogravura etc)
- Abreviação (redução) – Criação de palavras através de formas reduzidas. Exemplos: tevê, cine, milico, portuga, delega, boteco, fessor, pneu, fone, metrô etc.
- Siglonimização – Criação de palavras através da união das letras iniciais que compõem um nome. Exemplos: MAM, ONU, PIB, UFRJ, FCC etc.
- Onomatopeia – Criação de palavras que imitam sons de seres animados ou inanimados. Exemplos: bangue-bangue, tique-taque, pingue-pongue etc
- Empréstimo Linguístico (estrangeirismo) – Introdução de palavras vindas de outros idiomas. Exemplos: pizza, link, mouse, blog etc.
- Neologismo – Criação de palavras novas, formadas de outras já existentes, na mesma língua ou não. Exemplos: presidenciável, carreata, roqueiro, deletar, inverdade etc.
- Hibridismo – Criação de palavras com morfemas de línguas diferentes. Exemplos: sociologia (latim + grego), automóvel (grego + latim), burocracia (francês + grego), sambódromo (africano + grego), cibernauta (inglês + latim) etc.
- Palavra-valise (combinação ou amálgama) – Criação de uma palavra a partir da junção de partes de duas ou mais palavras , como um cruzamento lexical. Exemplos: portunhol (português + espanhol), aborrecente (aborrecer + adolescente), showmício (show + comício) etc.
Não há como não citar Guimarães Rosa (1908 – 1967) e Manoel de Barros (1916 – 2014), quando estudamos a formação das palavras. Os dois escritores brasileiros foram mestres na hora de inventá-las. Dizem até que Guimarães Rosa poderia ter escrito um imenso dicionário com seus neologismos. Já Manoel de Barros, “manobreiro” das palavras, adotava um comportamento de desarrumar palavras. O que mais dava prazer ao escritor era “fazer defeitos nas frases”.
50 DÚVIDAS MUITO COMUNS NA LÍNGUA PORTUGUESA
11:57
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Preparado(a) para testar o seu conhecimento e ver o resultado?1) a. Não há mais nada entre mim e você. / b. Não há mais nada entre eu e você.
2) a. Faz cinco anos que não a vejo. / b. Fazem cinco anos que não a vejo?
3) a. Pare de gritar, senão eu não consigo estudar. / b. Pare de gritar, se não eu não consigo estudar.
4) a. Em fim estamos juntos! / b. Enfim estamos juntos!
5) a. Tenho um tersol no olho direito. / b. Tenho um terçol no olho direito.
6) a. Há dez anos atrás, eu estava em Barcelona. / b. Há dez anos, eu estava em Barcelona.
7) a. Fui à Portugal ano passado. / b. Fui a Portugal ano passado.
8) a. A janela está meio aberta. / b. A janela está meia aberta.
9) a. A professora saiu da sala e disse “obrigada”. / b. A professora saiu da sala e disse “obrigado”.
10) a. Comprei um lindo piano de calda para a minha sala. / b.Comprei um lindo piano de cauda para a minha sala.
11) Comprei duas camisas laranjas para o meu amigo. / b. Comprei duas camisas laranja para o meu amigo.
12) Minha irmã é muito anti-social. / b. Minha irmã é muito antissocial.
13) Se eu ver o meu pai, falo com ele. / b. Se eu vir o meu pai, falo com ele.
14) O técnico melhorou o moral do time. / b. O técnico melhorou a moral do time.
15) O time ganhou e agora é bicampeão. / b. O time ganhou e agora é bi-campeão.
16) Vou ao cabelereiro na quarta-feira. / b. Vou ao cabeleireiro na quarta-feira.
17) Ele ganhou 1,5 milhões de reais. / b. Ele ganhou 1,5 milhão de reais.
18) Os Estados Unidos concordou com o acordo. / b. Estados Unidos concordou com o acordo.
19) Ela quiz a melhor bolsa da loja. / b. Ela quis a melhor bolsa da loja.
20) Daqui a dois anos, eu terminarei a faculdade. / b. Daqui há dois anos, eu terminarei a faculdade.
21) Quebrei o meu óculos. / b. Quebrei os meus óculos.
22) Ele tinha aceitado a recompensa. / b. Ele tinha aceito a recompensa.
23) Eu nunca esqueço do seu aniversário. / b. Eu nunca me esqueço do seu aniversário.
24) Espero que vocês viagem em paz. / b. Espero que vocês viajem em paz.
25) O comprimento entre o presidente e o senador foi amistoso. / b. O cumprimento entre o presidente e o senador foi amistoso.
27) Meu amigo namora com a vizinha. / b. Meu amigo namora a vizinha.
28) Os motoristas devem obedecer o sinal. / b. Os motoristas devem obedecer ao sinal.
29) O aluno estava com disenteria, por isso não foi à aula. / b. O aluno estava com desenteria, por isso não foi à aula.
30) Aquela menina apareceu de sopetão. / b. Aquela menina apareceu de supetão.
31) O marcineiro não trabalhou ontem. / b. O marceneiro não trabalhou ontem.
32) Fui a França semana passada. / b. Fui à França semana passada.
33) O basculhante do banheiro está quebrado. / b. O basculante do banheiro está quebrado.
34) Aquela senhora é muito granfina. / b. Aquela senhora é muito grã-fina.
35) Estou passando muito mal hoje. / b. Estou passando muito mau hoje.
36) Onde você vai com tanta pressa? / b. Aonde você vai com tanta pressa?
37) Saí cedo de casa, porque eu tinha uma reunião. / b. Saí cedo de casa, por que eu tinha uma reunião.
38) Houve um grave ferimento na parede toráxica. / b. Houve um grave ferimento na parede torácica.
39) Alguns empecilhos impediram que ele chegasse no horário. / b. Alguns impecilhos impediram que ele chegasse no horário.
40) Curta o seu momento! / b. Curte o seu momento!
41) Os torcedores assistiram o jogo. / b. Os torcedores assistiram ao jogo.
42) Por que aquela aluna está tão anciosa? / b. Por que aquela aluna está tão ansiosa?
43) Ele ficou na minha casa até as 3h. / b. Ele ficou na minha casa até às 3h.
44) Vamos se ver amanhã? / b. Vamos nos ver amanhã?
45) Paulo é um rapaz meio tan-tan. / b. Paulo é um rapaz meio tã-tã.
46) Aquelas pessoas estão falando sobre eu e você. / b. Aquelas pessoas estão falando sobre mim e você.
47) Comprei uma linda bandeija para a festa. / b. Comprei uma linda bandeja para a festa.
48) Aquele carro não tem mais concerto. / b. Aquele carro não tem mais conserto.
49) O eminente filósofo apresentou suas teses. / b. O iminente filósofo apresentou suas teses.
50) A saída será meio-dia e meia. / b. A saída será meio-dia e meio.
GÊNERO NARRATICO
11:48
- Romance – Apresenta um acontecimento ficcional que envolve várias personagens e pode tratar de diferentes temas (conflitos pessoais, aspectos da vida familiar ou social). Dependendo do tema desenvolvido, dizemos que o romance é policial, psicológico, histórico, regionalista etc.
- Novela – Narrativa menos complexa que o romance. Em sua estrutura, o aspecto mais valorizado é o da ação. A novela apresenta vários conflitos sucessivamente desenvolvidos.
- Crônica – Compõe-se de um texto curto, retratando fatos corriqueiros ligados à vida cotidiana, envolvendo aspectos políticos, esportivos ou artísticos. Estruturalmente é redigida de forma livre e pessoal.
- Conto – Narrativa mais curta e mais simples que o romance e a novela. Geralmente apresenta poucas personagens e um único conflito.
- Fábula – Narrativa de caráter pedagógico com estrutura simples e de curta duração. A história tem por objetivo transmitir princípios de natureza moral e ética, muitas vezes, utilizando-se de animais como personagens.
O gênero narrativo é uma variante do épico e, de acordo com a estrutura específica assumida pela narrativa, dizemos tratar-se de um romance, de uma novela, de um conto, de uma crônica ou de uma fábula.
Plural das Cores
Concordância Nominal
Texto dissertativo-argumentativo
Destorcer, distorcer
Norma Coloquial / Norma Culta
Redação ENEM
Classe Gramatical – Mais
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REALIZA ENTREGA DE CERTIFICADOS DO (PNAIC)
16:50
A PREFEITURA DE MATÕES, ATRAVÉS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REALIZOU NA SEMANA QUE PASSOU A ENTREGA DE CERTIFICADOS AOS PROFESSORES ALFABETIZADORES DO 1º,2º E 3º ANOS E COORDENADORES DO FUNDAMENTAL MENOR DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA(PNAIC), PERÍODO 2013-2014. O EVENTO ACONTECEU NA ESCOLA MUNICIPAL RODRIGO DE OLIVEIRA E CONTOU COM A PRESENÇA DO SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO, INÁCIO CARVALHO. BELÍSSIMA ABERTURA ACONTECEU NA SEXTA-FEIRA,DIA (09) ÁS 18 00H COM DEPOIMENTOS DE PROFESSORES E ORIENTADORES, NO SÁBADO DIA (10), A EQUIPE DO PROGRAMA, ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA(PNAIC), REALIZOU A I FORMAÇÃO DE 2015 COM OS PROFESSORES, NOS TURNOS MANHÃ E TARDE. Com o objetivo de fortalecer a autoestima, a automotivação e a sociabilidade dos professores, diagnosticando concepções e práticas dos processos de intervenção junto aos alunos com dificuldades de aprendizagem.
- Atividades: Durante a formação ás atividades serão de dimensão social, dimensão teórica, dimensão cultural, projeto família e escola - Aprendendo e construindo, dimensão prática e dimensão avaliativa, com expectativas e compromissos de atuação na sala de aula, definindo no início da formação os objetivos estabelecidos para a mesma.
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