(Gabriela Mistral)
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
MENSAGENS
12:03
O Prazer de Servir
Toda a natureza é um anelo de “serviço”. Serve a nuvem, serve o vento, serve o sulco.
Onde houver uma árvore para plantar, planta-a tu; onde houver um erro para corrigir, corrige-o tu; onde houver tarefa que todos recusam, aceita-a tu.
Sê quem tira a pedra do caminho, o ódio dos corações e as dificuldades dos problemas.
Há a alegria de ser sincero e de ser justo; há, porém, mais que isto, a formosa, a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo se tudo já estivesse feito, se não houvesse uma roseira para plantar, uma iniciativa para tomar.
Não te seduzam as obras fáceis. É belo fazer tudo que os outros se recusam a executar.
Não cometas, porém o erro de pensar que só têm merecimento o executar as grandes obras; há pequenos préstimos que são bons serviços; enfeitar uma mesa, arrumar uns livros, pentear uma criança...
Aquele critica, este destrói, sê tu quem serve.
O servir não é próprio dos seres inferiores. Deus, que nos dá o fruto e a luz, serve. Poderia chamar-se: O Servidor. E tem seus olhos fixos em nossas mãos e nos pergunta todos os dias: serviste hoje? A quem? À árvore, ao teu amigo, à tua mãe?
(Gabriela Mistral)
(Gabriela Mistral é uma escritora chilena, Nobel de Literatura de 1945).
É tempo de reflexão ...
É tempo de olharmos para dentro de nós mesmo e percebermos o que precisa ser mudado!
É tempo de jogarmos fora coisas profundas, enraizadas que já não servem para mais nada. Limparmos as gavetas da casa física e espiritual.
De buscarmos renovação! Novos caminhos a percorrer ...
Sejam eles com ladeiras íngremes, com abismos, despenhadeiros, alagadiços ou de terra seca. Serão desafios que nos tornarão mais fortes.
Precisamos fazer pousada em um lugar com muita água transparente ... para molhar a terra ressequida que tantas vezes endurecem nosso coração, nos deixando rígidos e incompreensíveis.
Precisamos olhar com os olhos da alma, pra percebermos o que precisa ser mudado em nós e não no outro.
Precisamos parar de construir muros altos demais em autodefesa, nos esquecendo que muros nos deixam sem visão do mundo e impedem que as pessoas se acheguem a nós, acomodando-nos em uma redoma de vidro e ouvindo tão somente a nossa voz.
Devemos construir mais pontes...
Ah! Pontes ligam, aproximam e nos fazem chegar do outro lado e conhecermos coisas novas, sensíveis, úteis e humanitárias ...
Precisamos do desapego daquilo que nos faz mal ...
Enfim, precisamos ... ser mais GENTE... mais HUMANOS!
Precisamos amar mais!
A COMEÇAR DE MIM.
QUE AMOR É ESSE?
Eu preciso falar
De um sublime amor,
Um amor transcendental,
Um amor sem limites,
Um amor sobrenatural.
Ousarei perguntar:
- Darias tua vida por amar ao próximo,
sem olhar a quem?
Derramarias teu sangue imaculado
fazendo-se impuro, por amar alguém?
Sentirias a dor do pecado,
mesmo sem pecar?
Perdoarias um beijo na face,
símbolo da traição?
Pois é...
Este amor que ora falo,
É o amor de Jesus,
Que doou-se por nós,
Em uma rude cruz.
Mulher ...
Mulher
És obra-prima de Deus, o Criador”,
Tu retratas a essência divina!
Fazem parte de ti: a doçura e a sabedoria...
Típicos da alma feminina.
És companheira, amiga, ajudadora,
O alicerce...o equilíbrio...tu és deveras especial!
Em teu ventre, geras dádivas de Deus.
É só teu!! É só teu...esse dom maternal.
Mulher...
Tua dura jornada de vida,
Vivencias com imensurável saber!
Tua força transcende ao cansaço, ao estresse...
Demonstrando assim, teu extremo poder!
És sublime e acalentas em teu seio,
Cada herança que o “Pai” te concedeu.
Tu és o esteio...és a bússola...és o norte...
Simplesmente... és a luz de cada filho teu.
Mulher...
Tuas conquistas?! ...Quão duras...ferrenhas!
Preconceitos?!...Enfrentas sem temor.
Tu driblas as adversidades...as tristezas...as dores!...
Porque és tu, MULHER!...
A supremacia!!
O âmago!
O AMOR!
Lição de Perseverança!
Já observou a atitude dos pássaros ante às adversidades? Ficam dias fazendo seus ninho, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes...
... E quando já ele está pronto e estão preparados para pôr os ovos, as inclemências do tempo ou a ação do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se consegue...
O que faz o pássaro? Para, abandona a tarefa? De maneira nenhuma. Começa uma outra vez, até que no ninho apareçam os primeiros ovos.
Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, uma tormenta, volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo...
Dói recomeçar do zero ... Mas ainda assim o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando...
Já sentiu que sua vida, seu trabalho, sua família, seus amigos não são o que você sonhou?
Tem vontade de dizer basta, não vale a pena o esforço, isto é demasiado para mim?
Você está cansado de recomeçar, do desgaste da luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estão a ponto de conseguir?
Mesmo que a vida golpeie mais uma vez, não se entregue nunca, faça uma oração, ponha sua esperança na frente e avance.
Não se preocupe se na batalha seja ferido, é esperado que algo assim aconteça.
Junte os pedaços da sua esperança, arme-a de novo e volte a ir em frente.
Não importa o que você passe...
Não desanime, siga adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-la. E sobretudo ... Nunca deixe de cantar! (Desconheço a autoria)
É preciso sentir a mudança lá de dentro!
Mudar é um ato de coragem!
É a aceitação plena e consciente do desafio.
É trabalho árduo, para agora; e os frutos só virão amanhã, quem sabe ...
Mas quando temos certeza de que estamos no rumo certo, a caminhada é tranquila.
E quando temos fé e firmeza de propósitos, é fácil suportar as dificuldades do dia-a-dia.
A caminhada é longa. Muitos ficarão à margem. Outros vão retirar-se da estrada. É assim mesmo. Contudo, os que ficarem, chegarão, disso eu tenho certeza.
Olhe bem ao seu lado. Estão com você seus colegas de trabalho, de estudo...
Eles exercem o mesmo papel que você dentro do ambiente da organização.
Eles também têm problemas e dificuldades e, como você, têm dúvidas sobre a mudança.
Você poderá mostrar-lhes como você sente e pensa a respeito das mudanças na organização e nas pessoas.
Não feche a janela que você está debruçado.
Convide seu colega para estar ao seu lado para que vocês possam ter a mesma perspectiva.
Nós estaremos com você, a cada dia, tentando descobrir novas faces de mudanças.
Tenho certeza que, se assim procedermos, dentro de algum tempo estaremos convencidos de que não é tão fácil MUDAR...
“Mas não é algo impossível”! (Complemento meu).
ACREDITE, VOCÊ É CAPAZ DE MUDAR.
E MUDAR PARA MELHOR.
(desconheço a autoria)
É NATAL, É TEMPO DE AMAR !
11:52

É tempo de Amar
Natal é tempo de amor.
É tempo de embrulhar presentes
e fazer doces...
Um tempo de presentes escondidos
em lugares secretos...
É tempo de brinquedos, tambores e bonecas
Um tempo de luzes
e ramos de pinheiro
O Natal é a época da família e de bons amigos
que mais uma vez revemos.
É tempo de música
e de canções de alegria.
Joan Walsch

ALEGRIAS DO NATAL
Natal, para mim, tem sabor de alegrias e surpresas, sabe por quê? Porque em minha casa cada um preparava uma surpresa para o outro.
Naquele Natal, porém havíamos combinado que ninguém ia dar presentes por causa das despesas com chegada do nenê, mamãe estava esperando nenê.
Eu já havia me conformado em não receber surpresas, mas quando acordei no dia 25, quase morri de alegria!
Sabe o que havia no meu quarto? Uma cadeira de balanço, de madeira, com uma almofada de retalhos bem coloridos!
Papai havia feito a cadeira e mamãe havia feito a almofada.
Não precisava dizer que fiquei muito contente.
Papai e mamãe ainda dormiam, e então chegou a minha vez de fazer uma surpresa. Eu havia preparado uma e estava escondida no meu guarda-roupa.
A surpresa presente, isto é, para o nenê que ia nascer. Como eu não podia gastar dinheiro, escolhi um calçãozinho da Madalena, a minha bonecona, lavei bem lavadinho, passei bem direitinho, dobrei e pus numa caixa. Embrulhei com papel bem bonito e escondi.
Peguei então o pacotinho, entrei bem quietinha no quarto dos meus pais e coloquei o presentinho, sabe onde? Sabe onde? Bem em cima da barriga da mamãe. Depois voltei para o meu quarto.
Quando eles levantaram, foram até a minha cama e me deram um beijo com gosto diferente, sabe? E eu também dei um beijo diferente neles. E não precisamos falar nada, porque já havíamos entendido tudo.
Naquele Natal, porém havíamos combinado que ninguém ia dar presentes por causa das despesas com chegada do nenê, mamãe estava esperando nenê.
Eu já havia me conformado em não receber surpresas, mas quando acordei no dia 25, quase morri de alegria!
Sabe o que havia no meu quarto? Uma cadeira de balanço, de madeira, com uma almofada de retalhos bem coloridos!
Papai havia feito a cadeira e mamãe havia feito a almofada.
Não precisava dizer que fiquei muito contente.
Papai e mamãe ainda dormiam, e então chegou a minha vez de fazer uma surpresa. Eu havia preparado uma e estava escondida no meu guarda-roupa.
A surpresa presente, isto é, para o nenê que ia nascer. Como eu não podia gastar dinheiro, escolhi um calçãozinho da Madalena, a minha bonecona, lavei bem lavadinho, passei bem direitinho, dobrei e pus numa caixa. Embrulhei com papel bem bonito e escondi.
Peguei então o pacotinho, entrei bem quietinha no quarto dos meus pais e coloquei o presentinho, sabe onde? Sabe onde? Bem em cima da barriga da mamãe. Depois voltei para o meu quarto.
Quando eles levantaram, foram até a minha cama e me deram um beijo com gosto diferente, sabe? E eu também dei um beijo diferente neles. E não precisamos falar nada, porque já havíamos entendido tudo.
Cristina Porto.
CHUVAS DE ESTRELAS

Hoje, ao menos hoje...
Queria muitas estrelas no céu
Algo entorno dos seis bilhões
E quinhentos bilhões delas
E, que a luz de todas juntas
Pudesse iluminar todo o planeta!
Hoje, ao menos hoje...
Queria que cada indivíduo, pudesse sentir
A força da luz divina, sentissimos todos
O amparo e o aconchego
Das mãos ternas do criador!
Hoje, ao menos hoje...
Queria Deus de presente!
Presente em todos os corações, para que assim
Pudéssemos homens, animais e plantas
Em fim, a natureza toda, sentir toda beleza
Da grandiosidade do amor de Cristo
Numa chuva de estrelas!
Paulo Cesar Coelho

SONHOS DE NATAL
Numa linda noite de Natal, uma menina ajoelhou-se diante do céu aberto e olhando para as estrelas falou com Deus assim:
Deus primeiro quero te agradecer pela minha vida e te dizer que tenho muitos pedidos, muitos sonhos, queria ganhar muitas roupas e sapatos, muitos brinquedos, mas entendo que não sou sozinha no mundo e vejo tantas coisas acontecerem que me deixa muito triste. Então resolvi pedir:
Que ajude as pessoas sem casa para morar, sem comida para comer, que moram nas ruas sofrendo, pois cada vez que vejo uma me sinto tão triste.
Faça com que os pais das crianças não morram, porque é muito ruim crescer com a falta de um deles. Olhai também as pessoas doentes que estão nos hospitais sofrendo de solidão e de dor. Oh Senhor!!! Não permita mais que o homem viva em guerra, pois sofro muito quando vejo as notícias de tamanha falta de paz e da tua presença na vida daquelas pessoas.
Em fim Deus, como eu disse são muitos os sonhos e pedidos, mas como aprendi que o Senhor vê nosso coração, então vou te pedir o maior dos meus desejos...
Olha dentro do meu coração e vê o quanto amo as pessoas e realiza todos os sonhos de amor, de solidariedade e de paz entre as nações e pessoas que tenho guardado. Amém!!
Valéria Barbosa de Souto.
TEXTO : FELIZ NATAL
11:45
TEXTO: FELIZ NATAL
Desejamos a você um maravilhoso presente. E um futuro com excesso de peso e medida: cheio de alegrias, pródigo de esperanças, farto de felicidades e realizações infinitas
FELIZ NATAL
(Charles Dickens)
A história que estou a ponto de contar aconteceu no Natal. Naquele dia, o velho Scrooge contava dinheiro em seu escritório. Fazia um frio cortante e uma névoa espessa e úmida cobria a cidade . As pessoas que passavam pelo escritório tossiam, ofegavam, esfregavam as mãos e batiam com os pés no chão, para se manterem aquecidas.
Os relógios da cidade marcavam três horas, mas já estava escuro. Velas brilhavam nas janelas dos escritórios vizinhos. Era tão denso o nevoeiro, que as casas do outro lado da rua assemelhavam-se a fantasmas.
A porta da sala de Scrooge permanecia aberta, de modo que ele pudesse observar seu empregado, o senhor Cratchit, que trabalhava num minúsculo cômodo, copiando cartas. Na lareira de Scrooge ardia um escasso fogo, mas na do senhor Cratichit não havia mais que um carvão. E a cada vez que ia à sala de Scrooge pegar um pouco mais, este lhe dizia que não era necessário, por já estar quase na hora de ir para casa. Cratchit tentava então manter-se aquecido com o calor da vela, o que não dava resultado algum.
– Feliz Natal, tio! Deus o abençoe! – gritou uma voz alegre.
Era o sobrinho de Scrooge, cuja chegada repentina o pegou de surpresa.
– Tolices! – exclamou Scrooge.
O sobrinho de Scrooge aquecera-se caminhando rapidamente e, agora, seus olhos brilhavam.
O viço de saúde, no rosto, o fazia quase bonito.
– Não diga isso, tio! Como pode chamar o Natal de tolice?
– Eu posso. Feliz Natal? Que direito você tem de estar feliz? Você não passa de um pobretão.
O sobrinho sorriu.
– E que direito tem o senhor de ser tão triste? É um ricaço!
Não conseguindo pensar numa resposta rápida, Scrooge resmungou de novo:
– Tolices.
– Não seja tão rabugento, tio.
– O que mais eu posso ser, num mundo de idiotas? Fora com o Natal, que é apenas uma época de pagar as contas quando não se tem dinheiro, e de descobrir que você ficou um ano mais velho e nem um segundo mais rico. Se dependesse de mim, qualquer idiota que saísse por aí dizendo Feliz Natal seria assado em seu próprio pudim e enterrado com um ramo de azevinho no coração!
– Tio!
– Sobrinho! – contrapôs Scrooge. – Comemore o Natal a seu modo, que eu comemoro do meu.
– Comemorar? O senhor nunca comemora nada, - disse o sobrinho. – E continuou:
– Posso não ter ficado rico, mas não há dúvida de que o Natal é bom. Além de ser uma época de bondade, perdão, caridade e alegria, é também a única época de todo o ano em que homens e mulheres abrem o coração às pessoas menos favorecidas. Acredito que o Natal tem-me feito bem e continuará fazendo. Então, tio, Deus abençoe o Natal!
(Cântico de Natal – Ed. Dikmennsão)
01. Encontre, no texto, sinônimos para as palavras:
A) respirar com dificuldade; arfar;
o
|
f
|
e
|
g
|
a
|
v
|
A
|
m
|
B) pouco; minguado:
e
|
s
|
c
|
a
|
s
|
s
|
O
|
C) súbita; momentânea; inesperada:
r
|
E
|
p
|
e
|
n
|
t
|
i
|
n
|
a
|
D) vigor; exuberância:
v
|
I
|
ç
|
O
|
E) mal-humorado; impertinente:
r
|
a
|
b
|
u
|
g
|
e
|
N
|
t
|
o
|
02. Leia:
|
O termo destacado se refere: _______________________________________
Resposta: Ao Natal
03. Durante o diálogo, o sobrinho de Scrooge só não demonstra:
A) sinceridade
B) entusiasmo
C) dúvida
D) determinação
E) sensatez
Resposta: Letra C
04. Scrooge deixou a porta do escritório aberta para:
F) observar o movimento
G) não se sentir sozinho
H) esperar seu sobrinho
I) avistar os relógios da cidade
J) vigiar seu empregado
Resposta: Letra E
05. O velho Scrooge estava sempre insatisfeito, em qualquer época do ano. Transcreva, do texto, uma fala que comprove essa afirmação:
Resposta: _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________“
O que mais eu posso ser, num mundo de idiotas?”
06. Em relação ao Natal, o velho Scrooge demonstra um tom autoritário e impaciente. Só NÃO há comprovação disso em:
K) “Como pode chamar o Natal de tolice?”
L) “Que direito você tem de estar feliz?”
M) “ – Tolices.”
N) “ O que mais eu posso ser, num mundo de idiotas?”
O) “Comemore o Natal a seu modo, que eu comemoro do meu”.
Resposta: Letra A
07. Releia:
| ||||
| ||||
Por essas passagens, conclui-se que
Resposta:____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
o sobrinho quis mostrar ao tio que não há motivos para não ser feliz.
08. Leia o seguinte trecho de uma crônica publicada no Jornal Estado de Minas:
Acílio Lara Resende
– Vô, disse-me ao telefone, em tom meloso como só ele sabe ter, na candura dos seus seis aninhos: minha sala está estudando o poeta Manuel Bandeira. A professora me pediu uma poesia sobre o Natal nos anos 40 ou 50. Mamãe me disse que pode ser um texto. É para a apresentação de fim de ano. A professora me pediu, também, para levar fotos de quando você e vovó eram pequenos. Você faz isto para mim?
Resistir a uma súplica como esta, feita com aquele jeitinho, quem há-de? Ela, no mínimo, me traria a lembrança do Natal.
Compare a reação do tio Scrooge com a do avô dessa nota. Em que eles se diferenciam?
Resposta: Na dificuldade, no carinho ao falar sobre o Natal.
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